Aquele gol perdido

O lance, a essa altura, já não precisa ser descrito.

Está em todos os jornais, todos os canais de TV, na capa de todos os sites, como um dos vídeos mais assistidos do youtube, representado frame a frame em jornais e reverberando em todas as discussões de futebol.

E se no segundo posterior aparecesse um gênio de uma lâmpada, Deivid provavelmente teria pedido para estar, no instante fatídico, em um espaço entre meio metro atrás e algum lugar do Afeganistão.

Se chegasse atrasado naquela bola, era óbvio que seria criticado, mas já teria ficado, literalmente, para trás.

Bastaria se jogar, tentar no carrinho, mostrar toda a vontade de chegar.

Mas era bom não se esforçar tanto.

Vai que no carrinho, com a ponta da chuteira, ele erra aquele gol de novo?

Porque se faz… oras, se faz era gol. E só isso!

Teria gritado, comemorado, o Flamengo poderia vencer o jogo (ou não!) e ele teria marcado apenas um dos mais fáceis gols da história do Flamengo.

Mas ele perdeu…

E entrou para a história.

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Flu estreia e quem vai ver?

Hoje começa a Copa Libertadores da América para o Fluminense contra o Arsenal de Sarandi.

Se você não for ao estádio tem grandes chances de não ver o jogo.

Tudo por que a exclusividade do torneio mudou de mãos e a guerra entre canais deixou de ser disputada oferecendo qualidade ao telespectador e passou, ao que tudo indica, ao jogo político e boicote.

Pois eu, assinante NET, não terei como assistir a partida pela Fox Sports, pois o canal não estará na minha grade, nem que eu aumente meu pacote.

Não faço campanha pelo novo canal, até por que não concordo com algumas políticas já tomadas neste curto tempo de existência.

Mas acho que a concorrência é algo muito bom.

O que aconteceu com a história de “que vença o melhor”?

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Hoje é dia de Super Bowl

Já não me lembro ao certo como soube que Green Bay Packers e New England Patriots fariam a final do futebol americano, um tal de Super Bowl, em 1997.

A internet era muito mais complicada do que é hoje, minha TV a cabo não era nada demais e não sei explicar como descobri que o Packers tinha vencido o Patriots, time que adotei por  aquela eterna “simpatia pelo azarão”.

Porque os Patriots não tinham um título sequer e chegavam apenas à segunda decisão na história.

O tempo foi passando, a internet, ainda por um modem US Robotics de 56k já me permitia saber mais o que acontecia com os times.

Fui atrás das regras.

Era fundamental entender como toda aquela pancadaria não era falta, mas uma flanela amarela voava de vez em quando e “agarrar” a camisa do adversário é falta.

Passei a entender a estratégia, saber qual a função dos jogadores, os três times dentro de um mesmo time, e descobri que o Quarterback não era o zagueiro como as dublagens e traduções dos filmes insistem.

E se você não tiver o pensamento de que o esporte é coisa de “colonizado do imperialismo estadunidense”, ou de que só as coisas daqui é que são boas, duvido que não vá gostar do jogo.

Ah, também é importante saber que é possível gostar de mais de uma modalidade esportiva.

Uma boa oportunidade é hoje, no Super Bowl XLVI, uma repetição da final de 2008, entre New England Patriots e New York Giants.

Aproveite que os estaduais estão no começo e muito longe de empolgar alguém.

Assista ao menos até o intervalo.

Se não gostar do primeiro tempo, ao menos verá um “pequeno” show do intervalo… com a Madonna.

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Olimpíadas que eu vivi (5)

Na correria não consegui postar os três últimos quadros que fiz.

Mas pago tudo hoje e prometo voltar a escrever como o blog merece na semana que vem.

Então vamos lá!

Nelson Prudêncio:
http://storage.mais.uol.com.br/embed_audio_280.swf?mediaId=12462339
Jacqueline e Sandra:
http://storage.mais.uol.com.br/embed_audio_280.swf?mediaId=12462340
Daniele Zangrando:

http://storage.mais.uol.com.br/embed_audio_280.swf?mediaId=12468500

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Olimpíadas que eu vivi (04)

Mais um quadro da série “Olimpíadas que eu vivi”.

Dessa vez o entrevistado é Giba.

http://storage.mais.uol.com.br/embed_audio_280.swf?mediaId=12445323

 

Estou devendo a entrevista que fiz aqui, prometo colocar logo mais.

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Olimpíadas que eu vivi (03)

Mais uma edição do quadro “Olimpíadas que eu vivi”, que produzo para a rádio Estadão/ESPN.

Dessa vez com Marcus Mattioli, nadador mineiro que ganhou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de 1980.

http://storage.mais.uol.com.br/embed_audio_280.swf?mediaId=12439288

E nos próximos dias colocarei a entrevista que fiz com Giba, do vôlei, com a ajuda do especialistas dos canais ESPN, Maurício Jahu.

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Olimpíadas que eu vivi (2)

Como eu já disse, sou responsável pelo quadro “Olimpíadas que eu vivi”, na rádio ESTADÃO/ESPN.

Nesta terça-feira foi ao ar a terceira edição do quadro, com Maurren Maggi, e você pode ouvir aqui:
http://storage.mais.uol.com.br/embed_audio_280.swf?mediaId=12428158

Para ouvir os anteriores, clique aqui

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